Alguns dados estatísticos

Em Portugal, estima-se que todos os anos 10 mil pessoas sejam vitimas de morte súbita. No nosso país, existe cerca de um desfibrilhador para cada 10 mil habitantes. Após uma paragem cardiorrespiratória, a vítima perde 10% de hipóteses de sobrevivência a cada minuto que passa. Ou seja, ao fim de cinco minutos sem assistência, a vítima tem apenas 50% de probabilidade em sobreviver. 0 cérebro apenas sobrevive 3 a 5 minutos sem oxigénio.

A reanimação cardiorrespiratória de alta qualidade aumenta em 2.72 vezes a probabilidade de sobrevivência do doente sem sequelas neurológicas.